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Alimentação baseada em plantas pode reduzir o risco de diabetes

alimentação baseada em vegetais tem sido estudada nos últimos anos como uma opção saudável no controle e na prevenção de diversas doenças. Inclusive no diabetes.

Um grupo de cientistas de um dos maiores centros de pesquisa do mundo, o Instituto do Coração, Pulmões e Sangue dos Estados Unidos, tentou, por exemplo, responder se o diabetes tipo 2 poderia ser evitado com esse tipo de dieta. Em 13 de fevereiro de 2024, foi publicado um importante estudo no renomado periódico científico Diabetes Care, resumindo 22 anos de acompanhamento de cerca de 12 mil norte-americanos sem diabetes e de várias origens étnicas.

Pasme: entre eles, cerca de 4 200 desenvolveram diabetes tipo 2 ao longo do seguimento – muita gente!

Mas, no geral, aqueles que tinham a maior parte da alimentação baseada em plantas apresentaram um risco cerca de 15% menor do que aqueles que consumiam mais itens de origem animal.

Além disso, os cientistas dividiram aqueles com alimentação baseada em vegetais em dois grupos: um grupo mais e outro menos saudável. Pois o primeiro grupo ingeriu maior quantidade de grãos integrais, frutas, vegetais, legumes in natura, café e chá.

Já os da turma menos saudável consumiram maior quantidade de sucos de frutas, grãos refinados, adoçantes, doces e batatas. Dados estatísticos apontaram que esse pessoal teve menos benefício também quanto à prevenção do diabetes tipo 2.

Isso é um bom exemplo de que a alimentação baseada em plantas pode ser excelente para melhorar o perfil metabólico de uns, mas, para outros, nem tanto. Tudo depende de quais alimentos são ingeridos, do modo de preparo e das quantidades.

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