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Da teoria à prática: cidades inteligentes em pauta no Construinova

Trazendo como tema “Cidades Inteligentes e Sustentabilidade”, o principal painel do segundo dia do Construinova Litoral reuniu profissionais do setor para um debate. Ergon Cugler atuou como facilitador da discussão, que teve a participação de Fernanda Meneghello, Paulo Wiazowski e Lenitta Brandão.

Questionado sobre ações para ampliar a adoção do conceito de cidades inteligentes, Paulo, que é ex-prefeito e vereador de Mongaguá, destacou a importância dos planos diretores. “Quando falamos de cidades inteligentes, percebemos uma tendência no setor público de focar no plano diretor. A maioria desses planos em grandes cidades está engavetada. Hoje, precisamos de um plano estratégico, criativo e sustentável”, comentou.

Wiazowski enfatizou que o conceito de cidades inteligentes deve ser central em qualquer gestão pública atual ou futura. Segundo ele, a concretização dessa ideia proporcionará resultados e eficiência notáveis.

A Conselheira Regional do CREA-SP, Lenitta Brandão, complementou a fala de Paulo, afirmando que há um equívoco em pensar que o debate sobre cidades inteligentes se restringe apenas à tecnologia. “Cidades inteligentes não precisam ser estritamente tecnológicas; a mudança começa na mentalidade das pessoas”, salientou.

Força do Planejamento

Fernanda Meneghello ressaltou que todas essas propostas, antes de serem implementadas, necessitam de um planejamento robusto. “Todo plano atrelado a uma estratégia tem mais chances de ser bem-sucedido”, destacou.

Fernanda Meneghello fala durante o painel — Foto: Reprodução/Lead MKT

Ela ainda enfatizou que as cidades contemporâneas não podem mais funcionar sem a incorporação de tecnologia e de um monitoramento social por parte do poder público. Segundo Fernanda, ao transformarmos os objetivos urbanos em metas monitoradas e discutidas obrigatoriamente, a sociedade se beneficiará imensamente.

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