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Radar da saúde: a nova lei das pesquisas clínicas no Brasil

Funciona assim: quaisquer remédios, vacinas ou intervenções médicas que se prezem precisam passar por estudos controlados em humanos antes de serem liberados para melhorar ou salvar a vida das pessoas.

É por isso que boa parte da comunidade científica e a indústria farmacêutica celebraram o avanço do projeto de lei (PL) das pesquisas clínicas no Senado e sua aprovação pelo presidente Lula.

A iniciativa busca mitigar burocracias e dar celeridade a processos que hoje travam a realização de pesquisas no país, sem descuidar dos direitos dos pacientes.

Espera-se que, com o pacote de mudanças, o Brasil salte da 20ª para a 10ª posição no ranking global de ensaios clínicos.

Ponderações foram feitas à lei, contudo: critica-se, por exemplo, que o acesso dos voluntários às drogas inovadoras validadas tenha sido restrito a cinco anos após os testes, e não mais por tempo indeterminado.

Passado: 130 anos da descoberta da bactéria da peste bubônica

Uma das doenças mais devastadoras da história da humanidade — ela teria dizimado um terço da população europeia numa epidemia na Idade Média — teve sua causa identificada em 1894.

O microbiologista francês de origem suíça Alexandre Yersin desvendou a bactéria responsável pela peste bubônica, propagada por pulgas que se aninham em ratos.

Futuro: um verme com poderes contra a Covid-19

Cientistas de Salamanca, na Espanha, constataram que uma criatura que normalmente infesta animais de fazenda esconde substâncias com efeito antiviral que, um dia, poderiam nos ajudar a tratar infecções como a do coronavírus.

São achados iniciais, em experimentos com células, mas ninguém pode abrir mão desses pequenos presentes da natureza.

Um lugar: Botucatu ganha espaço de testagem e produção de biológicos

O Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos (Cevap) da Unesp, no interior paulista, inaugurou o primeiro polo da América Latina com recursos de ponta para fabricar lotes de biomedicamentos destinados a estudos-piloto junto a companhias farmacêuticas.

A missão é acelerar o desenvolvimento de remédios promissores em áreas como oncologia.

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